Sistema de IA
ARANDU
- Criado por
- TJAMTribunal de Justiça do Estado do Amazonas
- Órgãos que usam
- 1usado só pelo órgão de origem
- Situação
- Em produçãocomo a fonte declara, Finalizado e em produção / uso
- Foco
- Automação de fluxos processuais e apoio executivo
- Ano de início
- 2024
- Esfera de origem
- Justiça Estadual
Resumo
O ARANDU é um modelo de inteligência artificial desenvolvido pela Diretoria de Inteligência Artificial e Ciência de Dados (DVIACD) do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), com o objetivo de otimizar a análise processual e combater demandas predatórias e repetitivas. Lançado em janeiro de 2024, o modelo utiliza algoritmos avançados para analisar novos processos em comparação com um acervo de mais de 800.000 casos previamente aprendidos, identificando padrões que indicam demandas massificadas ou predatórias. Sua implementação promove maior agilidade e eficiência no sistema judiciário, reduzindo a sobrecarga e contribuindo para a celeridade processual. Além disso, o ARANDU oferece aos magistrados uma ferramenta robusta para a elaboração de decisões judiciais, permitindo a visualização de processos similares, acesso a sentenças anteriores e geração de minutas expressas, consolidando-se como um importante avanço tecnológico na administração da justiça.
Análise de Fábio Cabral
ALTO RISCO, rol do art. 14, VI do PL 2338/2023
Produz, insere ou sugere peça decisória, como minuta, sentença, voto, acórdão ou ementa (por descrição do tribunal e interpretação do autor). É o núcleo do inciso VI. A fonte não declara a matéria, e o questionário do CNJ não a pergunta.
A Classificação de Exposição Regulatória é leitura do autor, não é declaração do tribunal, e não afirma que o sistema é de alto risco.
O órgão que usa este sistema
Fontes deste registro
FGV Justiça, IA no Judiciário, 4ª ed. (2025)
Histórico de alterações 1 registro
Cada mudança deste registro, com o valor anterior, o novo e o motivo.
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ARANDU
Criação do registro em carga inicial, após conferência a integração de bases
Viu algo a corrigir neste registro? Escreva para contato@fabiocabral.pro.
Sobre os dados
Este mapa reúne, em um só lugar, os sistemas de inteligência artificial declarados por tribunais e conselhos brasileiros, além de um levantamento da FGV e outro do próprio autor.
As fontes sobre inteligência artificial no Judiciário são incompletas e divergem entre si. Cada tribunal informa de um jeito, em momentos diferentes, com detalhe diferente. O mapa mostra o que foi declarado, e cada ficha traz o histórico completo das alterações, com o motivo de cada uma.
O levantamento é assinado por Fábio Cabral, que responde pela informação aqui reunida. Tem como base o levantamento da FGV Justiça e os registros do Conselho Nacional de Justiça.
Achou um sistema que falta, um dado errado ou um nome fora de lugar, escreva para contato@fabiocabral.pro. Toda correção entra com data e motivo, e fica visível no histórico da ficha.
Fontes
- CNJ, plataforma Sinapses Cadastro de projetos de inteligência artificial do Poder Judiciário
- FGV Justiça, IA no Judiciário, 4ª ed. (2025) Inteligência artificial: tecnologia aplicada à gestão dos conflitos no âmbito do Poder Judiciário brasileiro, 4. ed.
- Levantamento próprio, Fábio Cabral Atos, portais e notícias institucionais dos tribunais